Livros

Sobre meu livro: “Quebra-Cabeça – O paradoxo da peça”

Colocado em Livros, Textos/Crônicas a 23 junho 2010 por Richard J. H. Ditbenner – Seja o primeiro a comentar!

Talvez você saiba, talvez não, talvez não interesse pra você, ou nem faça sentido, mas o que acontece é que eu estou começando a escrever um livro.

Não que seja um livro, é quase um experimento… É basicamente um enredo sobre sentidos, onde tudo e nada estão intimamente envolvidos ao mesmo tempo.

Não é uma história sobre alguém ou algum grupo… Não está atrelado a uma determinada época, país ou planeta… Não fala de um determinado tipo de sentimento ou filosofia… Mas ao mesmo tempo fala de tudo e de todos, e serve para tudo e para todos, em qualquer época, ocasião, sentimento ou filosofia…

Aliás, não é nada filosófico. É até demasiadamente simplório. Pode despertar várias reações e até mesmo não ter sentido.

Brinca com a vida, o tempo, o espaço, a história, disfarçando-os, de modo que fiquem imperceptivelmente atrelados ao que realmente significam, seja lá o que isso significar…

Não é a história de ninguém, mas é como se fosse talvez a de muitos… Não há nomes, datas, locais… Subjetivo, você deve estar pensando… Pode ser, mas também pode não ser…

Se precisar de um ponto de referência, entenda como o relato dos paradoxos da peça, envolvida num imenso quebra-cabeça.

Mais informações, em breve, no meu perfil no Twitter (@richardjhd) e neste blog…

Dia da Toalha! Parabéns Nerds!

Colocado em Humor, Internet, Livros a 25 maio 2010 por Richard J. H. Ditbenner – Seja o primeiro a comentar!

Hoje é o Dia da Toalha, o dia em que nerds de todo mundo comemoram o orgulho que sentem em ser nerds…

A data é uma homenagem à vida e a obra de Douglas Adams, escritor da série de sucesso “O Guia do Mochileiro das Galáxias”…

E onde aparece a toalha? No primeiro livro, Douglas Adams dedica um capitulo à toalha, e sua importância para um mochileiro das galáxias…

É uma data muito divertida… E com certeza você vai ver muitas fotos de gente usando toalha pela internet afora…

Qual seu escolhido? iPad ou Livro convencional?

Colocado em Apple, Livros, Tecnologia a 06 abril 2010 por Richard J. H. Ditbenner – Seja o primeiro a comentar!

A notícia do sábado passado foi uma: iPad. Foi o primeiro dia de vendas do aparelho nos Estados Unidos e, por isso, o burburinho que já era grande ficou gigante.

Desde sua apresentação, o iPad foi muito elogiado e criticado. Depois dele a febre dos tablets começou a pipocar como não se via antes, e vários modelos “similares” começaram a aparecer.

Mas agora vamos ao que interessa… O destaque principal que se dá ao iPad, Kindle e outros tablets por aí é o de um dispositivo para ler livros digitais. Tá certo que o iPad está longe de ser somente um leitor de livros qualquer, mas grande parte do destaque está aí, nos livros…

O que você prefere? Ler um livro convencional, de papel, passando as folhas, um livro com cheiro de livro, ou ler em algum dispositivo como o iPad e similares? Talvez você não tenha tido alguma experiência com um leitor desses, mas se você já leu algo no computador dá pra ter uma noção “por alto”…

Pra mim não existe essa de ler assim é melhor, ler do outro jeito é pior… Acho que um complementa o outro e chegam num ponto em comum: ler. São experiências diferentes que levam ao mesmo lugar, a diferença esta na comodidade e na mobilidade… Se você tem o hábito de ler um livro por vez em casa, o livro convencional te atende perfeitamente. Os que lêem como loucos, vários livros de uma vez, no trabalho, na rua, na fila do banco, vão preferir uma maneira de levar a leitura consigo de forma leve para todos os lugares…

O que importa mesmo é que você leia bastante, não importa o modo… E quem não tem cão caça com gato, quem não tem iPad lê com livro convencional mesmo…

O Apanhador no Campo de Centeio

Colocado em Livros a 13 fevereiro 2010 por Richard J. H. Ditbenner – Seja o primeiro a comentar!

Há alguns dias, li o livro “O Apanhador no Campo de Centeio” de J. D. Salinger, que narra a história de um fim de semana do jovem Holden Caulfield, onde ele faz uma série de reflexões sobre sua curta vida, sua visão de mundo e a sua perspectiva de futuro.

Recomendo a todos que gostam de uma boa leitura, que prenda a atenção. Só não recomendo para quem tiver casos graves de depressão… Podem ficar meio deprimidos junto com o jovem Holden, ou coisa que o valha…