Beatles, em Lego e com iPod…
Postado em Apple, Imagens, Música a 08 agosto 2010 por Richard J. H. Ditbenner – Seja o primeiro a comentar!Se você é pelo menos um pouco fã dos Beatles, já deve ter visto uma das capas de LP mais famosas da banda, a capa do disco Abbey Road, que rendeu vários comentários e teorias malucas…
Agora, se você é um leitor frequente deste blog, deve saber que eu, além de fã dos Beatles, sou também um pouquinho (tá, não é pouco) fã de Lego e da Apple…
E que tal juntar tudo isso? Vamos nessa! Na primeira imagem, os Beatles de peças Lego… Na segunda, os Beatles com iPods… É claro, revivendo a cena de Abbey Road…
Legal, né?
É um mouse, uma calculadora, um teclado numérico ou tudo junto?
Postado em Acessórios, Hardware a 07 agosto 2010 por Richard J. H. Ditbenner – Seja o primeiro a comentar!A Canon criou um mouse inusitado (ou não)… Além das funções normais, o mouse também recebeu em seu corpo um teclado numérico e um visor, pra quem quer ter sempre à mão (com o perdão pelo trocadilho barato) uma calculadora…
Só eu achei a combinação estranha? Na minha opinião, esse é com certeza o Frankenstein dos mouses…
A Impressora é o Cartucho de Tinta…
Postado em Acessórios, Hardware, Imagens a 07 agosto 2010 por Richard J. H. Ditbenner – Seja o primeiro a comentar!
Essa é mais ou menos a idéia deste dispositivo, que está sendo proposto como uma forma de preservar o meio ambiente.
A idéia é que você compre o dispositivo específico para o tipo de folha que irá imprimir. Nele mesmo já vem escrita a resolução, velocidade de impressão e a impressão é só em preto ou colorida. Quando a tinta acabar, você compra outro dispositivo. Outro detalhe interessante são as conexões, especialmente com câmeras digitais…
A idéia é até legal, mas será que cola?
Um minuto de silêncio… Descanse em paz Google Wave…
Postado em Google, Internet, Tecnologia, Textos/Crônicas a 04 agosto 2010 por Richard J. H. Ditbenner – 1 ComentárioÉ com muito pesar que anunciamos a morte de um dos grandes paradoxos da internet, o Google Wave…
Ele nasceu envolto de uma áurea revolucionária… Prometia ser a grande novidade de todos os tempos da internet… E foi…
A idéia era boa, a tecnologia também, a festa foi grande! Mas a ferramenta, com seus convites inicialmente tão disputados, foi caindo no desuso, foi sendo deixada de lado, até ganhar a alcunha de fracasso…
O falecido deixa enlutados alguns usuários fiéis… Mas também deixa suas marcas, herdeiros que são e serão usados em outras ferramentas, como o Gmail…
É a vida meus caros… Todos sabemos que a ordem natural das coisas é essa: nascer, viver e morrer… Só não imaginávamos, quando na festa do nascimento, que nosso revolucionário e poderoso amigo, teria uma vida tão curta…
Descanse em paz Google Wave! Sua breve história será lembrada para sempre…
Um iPhone no pior estilo dos primeiros celulares…
Postado em Acessórios, Imagens, Mobile a 04 agosto 2010 por Richard J. H. Ditbenner – Seja o primeiro a comentar!Quer um visual mais retrô pro seu iPhone? Tipo, que tal um “case” pra iPhone com a cara dos primeiros celulares? Melhor não, né? Mas tem gosto pra tudo…
Vi no Übergizmo.
Você já viu alguém voando hoje?
Postado em Mundo, Vídeos a 04 agosto 2010 por Richard J. H. Ditbenner – Seja o primeiro a comentar!Você conhece essa coisa de doido chamada Parkour? É uma diversão e tanto, imagino, pros sortudos que conseguem a técnica necessária… Quem é o homem-aranha perto desses caras…
É realmente como se estivessem voado…
Vai eu tentar dar um pulinho sequer desses pra vocês verem o que acontece… Melhor nem pensar…
Num Fusca ouvindo “Quem Nasce Zé Não Morre Johny”…
Postado em Música, Nostalgia, Textos/Crônicas, Vídeos a 03 agosto 2010 por Richard J. H. Ditbenner – 1 ComentárioVocê conhece o Fusca, sim, aquele carrinho da Volkswagem, gordinho e baixinho… Muitos falam que ele não é carro, coitado… Mas o bichinho quebra e já quebrou o galho de muita gente… Eu aprendi a dirigir com um Fusquinha e dirijo outro às vezes…
Lembro bem do dia em que ficamos sabendo que nosso carrinho seria trocado por um Fusca… Sim, tínhamos um carro (considerado bom para a época) e trocamos por um Fusca… Não gostei muito na época… Não lembro ao certo o porque da troca, talvez tenha sido por trabalho ou coisa parecida…
O fato é que eu era muito novo naquela época, assim como meu irmão e minha irmã… Não novo a ponto de ser um bebê, mas também não tão velho a ponto de estar no início da adolescência, se é que você me entende… Eu vivia aquele pedacinho de tempo em que um carrinho de mão poderia ser facilmente transformado em uma poltrona futurista, com diversos comandos tecnológicos ao meu alcance…
Mas isso é outra história… O fato mesmo, é que o Fusca levou a gente numa viagem… Tudo bem, não foi somente em uma viagem, tanto que não me lembro se foi pra praia ou pra montanha… Lembro que o Fusca tinha um toca-fitas… Sim, fitas K7, aquelas “caixinhas” retangulares, com dois “círculos” ligados por um “negocinho” vermelho, ou preto, ou sei lá, eu sempre fui daltônico…
Meu pai tinha uma fita onde estavam gravadas algumas músicas… E a razão de eu ter feito toda essa viagem em forma de texto, é que hoje, sei lá quantos anos depois dos fatos relatados, eu lembrei de um garotinho gordinho, de olhos azuis, sentado no banco de trás de um Fusca, no meio, entre os dois irmãos, ouvindo e cantando uma música, gravada numa fita k7, que dizia: “Quem nasce Zé não morre Johnny não, quem nasce Zé não morre Johnny não, quem nasce Zé não morre Johnny, quem nasce Zé não morre Johnny não”…
O vídeo da música tá aqui embaixo… Não era essa a versão que eu ouvia… E não tinha também essa bagunça legal no final… Mas tá aí… Cante com o garotinho gordinho de olhos azuis…
Fone de ouvido com Lego…
Postado em Acessórios, Imagens, Mundo, Música a 30 julho 2010 por Richard J. H. Ditbenner – Seja o primeiro a comentar!Uma Harmônica Diatônica afinada em dó…
Postado em Mundo, Música, Textos/Crônicas a 30 julho 2010 por Richard J. H. Ditbenner – Seja o primeiro a comentar!O dia amanheceu correndo, passou pela porta sem ver que estava aberta, pegou a mala e desceu para as regiões planas…
Sem perceber, rodeou-se de infortúnios desprovidos de graça e leveza… A cabeça rodopiou… Rodopiou e caiu sobre a mesa.
Tentou erguer o pescoço para alguma distração tecnológica… O pulso levitou sobre a mesa… Os olhos não puderam deixar de notar uma triste ignorância digital na tela… A cabeça voltou a cair sobre a mesa…
Um som agudo rasgava os ares por ali… Fez juntar as mãos para propagá-lo… Fluiu pelos arredores, tímido mas persistente, tentando salvar um dia mais que atarefado…





